Tantas e tantas vezes, tentei, sem sucesso, ser melhor, e embora a idade não compartilhasse, foi vivendo um dia de cada vez que sobrevivi.
O mais esquisito, foi presenciar tantas indecisões, que hora encontravam soluções e hora pairava em meio ao vão.
Muitas vezes as palavras ficaram vagas. E os dias passavam de vagar, certos dias eles pareciam estar até estacionados, somente fazendo com que as dúvidas passassem e repassassem em nossa cabeça. E o final o entardecer não trazia as respostas.
Como se não bastasse nos desconhecer, somos obrigados a entender o jeito dos outros!
E então os dias passam a ser mais intensos do que já eram.
Vivemos esperando dias melhores. E Sem tomar cuidado, no final de cada mês ou ano, estes dias VOARAM. E nem se quer desfrutamos dos dias que estavam bem aqui.
Eu compartilho comigo mesma a impaciência, e a espera de dias satisfatórios.
Sinto profundamente que existe de FATO alguma coisa que me impede de ser livre.
Ou talvez que exista algo que eu espere para o resto dos meus dias.
A palavra livre não seria essa tal liberdade que já compete a mim pelos 18 anos completos, mas sim a liberdade de PENSAR e AGIR sem me preocupar com o que vão pensar. Ou o que ele ira pensar.
Esta vontade e duvida, já não pertence a mim. Ela apenas me assombra, e me assombrando vou enfraquecendo em relação a ela.
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